Licensa

30/09/2012

Lição de bondade

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Aquele moço seguia todos os dias pelo mesmo caminho. Em suas viagens diárias do subúrbio, onde morava, ao centro da cidade, onde trabalhava, o trem sempre passava por um viaduto de onde se podia ver o interior de alguns apartamentos no prédio localizado em nível inferior. 
Naquele lugar o trem diminuía a velocidade e por isso o rapaz podia observar através da janela de um dos apartamentos, uma senhora idosa deitada sobre a cama. Ele via aquela cena há mais de um mês. A senhora certamente convalescia de alguma enfermidade, era o que ele pensava.
O jovem teve pena dela e desejou vê-la restabelecida.
Num domingo, achando-se casualmente naquelas imediações, cedeu a um impulso sentimental e foi até o prédio onde a senhora morava.
Perguntou ao porteiro o nome da anciã e depois lhe enviou um cartão com votos de restabelecimento, assinando apenas: "Um rapaz que passa diariamente de trem."
Dali a uma semana mais ou menos, a caminho de casa no trem, o jovem olhou como sempre, para a janela. No quarto não havia ninguém e a cama estava cuidadosamente arrumada.
No parapeito da janela, porém, estava afixado um pequeno cartaz escrito à mão e iluminado por uma lâmpada de cabeceira. Mostrava apenas uma frase singela de gratidão, dizendo: "Deus o abençoe"
Aquele jovem do trem não tinha outra intenção a não ser ajudar anonimamente a uma pessoa desconhecida, atendendo a um apelo do seu coração generoso. E é por essas e outras razões que vale a pena acreditar que ainda encontramos pessoas boas no mundo.
Um gesto de solidariedade não custa nada, não tem contraindicação e está ao alcance de todos.
Autor desconhecido

Volta ao mundo em (+ de) 80 livros

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Escolha seu destino, leia o livro e viaje por meio da literatura!

29/09/2012

Best-sellers adolescentes

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"Se o professor entender por que um livro é fenômeno entre os alunos, talvez ele possa mediar outras leituras que despertem o mesmo interesse"
Foto: livro
Não adianta: para eles, há os livros "legais" e os livros "chatos", sendo estes últimos aqueles exigidos pelos professores. Ler com interesse e até compulsão, só os best-sellers, como os da série Harry Potter e Crepúsculo. São, em geral, livros estrangeiros amplamente divulgados por estratégias de marketing e que acabam virando filme, série de TV e até vídeo-game.
Mas ler é sempre bom, certo? Sim, como afirma a professora Wilma Maria Sampaio Lima, supervisora do 3º ao 7º ano do Colégio Rio Branco, de São Paulo: "Pela leitura, o homem conversa com o homem". No entanto, ler apenas narrativas superficiais e limitadas do ponto de vista linguístico pode ser pouco enriquecedor para a formação dos jovens. Isso não significa, porém, que pais e professores devam combater os best-sellers, pelo contrário. "Quem se coloca contra uma leitura querida pelos jovens pode perder a oportunidade de lhes mostrar outras leituras mais interessantes do ponto de vista estético", alerta a professora Juliana Loyola, do curso de Letras e da pós-graduação em Literatura e Crítica Literária da PUC-SP. "Nem que seja pelo valor mercadológico, já vale a pena. Esses livros dialogam com o jovem, ou porque mimetizam a velocidade da TV e da tela de cinema, ou porque abordam temas do universo dele. O problema é quando o leitor só tem contato com esse tipo de livro", completa.
Diante desse quadro, pais e professores podem seguir dois caminhos: incentivar jovens leitores a se interessarem também por uma literatura mais consistente e, ao mesmo tempo, aproveitar a leitura deles de best-sellers para abordar temas em casa e na escola. A seguir, veja dicas de como estimular o jovem expandir sua experiência literária.
1. Seja um mediador do seu filho ou aluno:
Sem o exemplo, é difícil a criança adquirir o hábito da leitura. No caso dos professores, é muito importante mostrarem-se apaixonados pelos livros, para despertar nas crianças a curiosidade de ler. "Se os próprios professores não lerem, como vão conseguir incentivar?" (...)
"Sozinhos, não acredito que esses livros conduzam a uma leitura melhor. Para que isso aconteça, é preciso que haja um bom mediador. Da mesma forma que os críticos são um mediador para os adultos, pais e educadores devem desempenhar esse papel entre os jovens"
2. Contextualize a leitura
Para que a criança e o adolescente vejam sentido naquela leitura, é preciso formar pontes entre ela e a realidade deles. "Às vezes, precisamos voltar ao passado e vir trazendo o texto para o presente, mostrando nele elementos do hoje",  (...). Em sala de aula, o trabalho deve enfatizar, principalmente, os livros que os alunos não conhecerão por si mesmos. "Isso não significa, porém, que não possamos abordar best-sellers, afinal há aqueles que são considerados clássicos hoje que já foram textos de leitura popular na época de seu lançamento", diz Wilma.
3. Entenda por que o jovem se interessa por outras leituras:
"Se o professor entender por que determinado livro é um fenômeno entre os alunos, talvez ele possa, a partir disso, mediar outras leituras que despertem a mesma natureza de interesse", (...). Como o professor é mediador de leituras na escola, é importante que ele entenda quais são os elementos que chamam a atenção dos alunos em determinados livros. Se é pelo gênero maravilhoso, por exemplo, que eles se interessam, contos de fada dos irmãos Grimm e de Hans Christian Andersen e contos de suspense e terror de Edgar Allan Poe podem também atraí-los. Os pais podem fazer o mesmo. Fonte

8 motivos para apostar na leitura

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1. DESENVOLVE O REPERTÓRIO
Ler é um ato valioso para o nosso crescimento pessoal e profissional.
2. AMPLIA O CONHECIMENTO GERAL
Além de ser envolvente, a leitura expande as referências e a capacidade de comunicação.
3. ESTIMULA A CRIATIVIDADE
Ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares e personagens.
4. AUMENTA O VOCABULÁRIO
Graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos.
5. EMOCIONA E CAUSA IMPACTO
Quem já se sentiu triste ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
6. MUDA SUA VIDA
Quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
7. LIGA O SENSO CRÍTICO NA TOMADA
Livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
8. FACILITA A ESCRITA
Ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Quem lê mais escreve melhor. Fonte

28/09/2012

História de Pedro Malazartes narrada em forma de versos por Pedro Bandeira

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Pedro Malasartes, famosa personagem do folclore de tantos países, aparece nesse livro em suas aventuras narradas em verso.
O autor, Pedro Bandeira, narra seis aventuras de Pedro Malasartes, nas quais a personagem se encarrega de vingar, com astúcia e esperteza, os pobres e humilhados pela arrogância dos poderosos.
São aventuras hilariantes bem ao gosto popular, em que as 'vítimas' de Malasartes caem em armadilhas engraçadíssimas!
Quem teve o privilégio de assistir a palestra de ontem (eu tive!), pode se envolver e se divertir com a história contada por Pedro Bandeira no final. O vídeo abaixo não é do evento citado, mas a história é a mesma, vale a pena assistir!!!

27/09/2012

Capelozza participa do bate-papo com Pedro Bandeira

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Através de uma variada programação composta por oficinas, palestras, workshops, atrações artísticas e exposições pretendemos contribuir com a formação crítica dos alunos de escolas públicas e particulares, universitários, pais, entre outros públicos que visitam o evento. 
Ressaltamos que o Festival da Cultura realizado pelo Colégio Cristo Rei é aberto a todos com entrada gratuita.
Nossa escola teve a honra de participar do evento, levando alunos do terceiro e quintos anos para o bate-papo com os escritores Pedro Bandeira, Natália Marques e Vitor Dias da Silva.
Um dos principais autores brasileiros de literatura infanto-juvenil, Pedro Bandeira de Luna Filho nasceu na cidade de Santos, em São Paulo, no dia 9 de março de 1942. Aí ele se envolveu seriamente com o teatro amador, campo no qual atuou até 1967 como intérprete, encenador e cenógrafo; nesta área ele também teve uma passagem pelo teatro de bonecos.
Em 1961 ele foi para São Paulo com o objetivo de cursar Ciências Sociais na USP. Nesta cidade ele encontra seu grande amor, Lia, com quem se casa e tem três filhos – Rodrigo, Marcelo e Maurício -, que lhe dão cinco netos: Michele, Melissa, Beatriz, Júlia e Érico.
Sua vivência na área de Comunicação – no Jornalismo e na Publicidade – teve início em 1962, quando o escritor ingressa no periódico Última Hora, passando posteriormente a trabalhar na Editora Abril, na qual circulou por várias revistas. Bandeira ressalta a importância de sua experiência jornalística para sua carreira literária, pois o profissional da imprensa é obrigado a dominar assuntos os mais diversos ao escrever sobre eles.
Pedro aprendeu, assim, a dedicar a cada público-alvo uma escrita distinta, desde os adolescentes até os profissionais especializados. Ele também buscou recursos na psicologia e na educação para compreender questões delicadas que envolvem o leitor infantil, tais como a idade em que as crianças veem o pai como um herói, ou o momento em que esta imagem se desconstrói e a figura paterna é criticada e questionada.
Bandeira recebe então a proposta de criar uma coleção de livros para crianças. Sua primeira publicação é "O dinossauro que fazia au-au", de 1983, já aclamado pelo leitor infantil. Seu grande sucesso literário, porém, foi a obra "A Droga da Obediência", de 1984, direcionado para o público adolescente, no qual ele se especializou.
Esta obra é a primeira da série que ficará conhecida como Os Karas, integrada por A Droga da Obediência, Pântano de Sangue, Anjo da Morte, A Droga do Amor e Droga de Americana! Seus personagens são detetives, um grupo clandestino que investiga eventos misteriosos.
Desde 1983 Pedro Bandeira vem devotando todo seu tempo para a prática da literatura. Sua fonte inspiradora são os inúmeros livros pelos quais o autor já navegou e sua própria experiência existencial. Ou, às vezes, ela brota até mesmo das cartas e mensagens que seus fãs lhe enviam toda semana.
Hoje este escritor é um dos que mais vende livros na faixa adolescente – pelo menos 8,6 milhões de exemplares até 2002. Além disso, ele também realiza conferências em todo o país, especialmente para professores, sobre leitura e alfabetização. Bandeira publicou, até agora, mais de 50 obras, entre as quais se destacam: A marca de uma lágrima, A Hora da verdade, Descanse em paz, meu amor, Prova de Fogo, entre outros.
Autor amplamente premiado, já conquistou, entre outros, o Prêmio APCA, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, e o Prêmio Jabuti, oferecido pela Câmara Brasileira do Livro. Hoje ele vive em São Roque, ao lado da família. Fonte
A saída da escola e chegada ao evento:
Animação e expectativa se misturam...
O evento:

Fotos com fãs:
Entrega de uma carta dos alunos para o autor:
Ao voltar do evento todos foram unânimes em dizer: "Pedro Bandeira é uma simpatia e muito humilde". (...)
O topo da inteligência é alcançar a humildade. Textos Judaicos
A humildade é a base e o fundamento de todas as virtudes e sem ela não há nenhuma que o seja. Miguel Cervantes
A humildade exprime, uma das raras certezas de que estou certo: a de que ninguém é superior a ninguém. Paulo Freire

26/09/2012

Saudades do meu PAI ...

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hoje senti saudades de ti ... pai ...
saudades de te ter , de te abraçar,
hoje senti saudades de ti ...
saudades de te ver sorrir ...

saudades da tua face e teus olhos...
hoje senti saudade de te olhar...
saudades da tua voz...
mas senti saudades de te ouvir falar,
hoje senti saudades de ti ...
de te ver a trabalhar,
(...)
de te ouvir rir, pena não te ver envelhecer ...
ver-te chegar a casa, era uma casa cheia...
hoje olhei-me ao espelho, pensei em ti...
no verde de meus olhos vi saudade,
vi-te dentro do meu olhar, fiquei ali...
e fiquei nos meus olhos à vontade ...
pedi então a Deus p'ra adormecer
que pudesse ver-te, ainda que a sonhar
não pude dormir, pai ,
não pude... que a saudade
foi mais forte do que eu, pôs-me chorar... Fonte
Musica preferida dele...

Quando um homem se dá conta de que seu pai talvez tinha razão, normalmente tem um filho que crê que está equivocado. Charles Wadsworth.
Não me cabe conceber nenhuma necessidade tão importante durante a infância de uma pessoa que a necessidade de sentir-se protegido por um pai. Sigmund Freud.
A vida não passa de uma oportunidade de encontro; só depois da morte se dá a junção; os corpos apenas têm o abraço, as almas têm o enlace. Victor Hugo

Primeira edição do jornal da EJA do Capelozza!!!

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A baixa auto estima
Uma característica frequente do(a) aluno(a) é sua baixa auto-estima, muitas vezes reforçada pelas situações de fracasso escolar. A sua eventual passagem pela escola, muitas vezes, foi marcada pela exclusão e/ou pelo insucesso escolar. Com um desempenho pedagógico anterior comprometido, esse aluno volta à sala de aula revelando uma auto-imagem fragilizada, expressando sentimentos de insegurança e de desvalorização pessoal frente aos novos desafios que se impõem.
Se vasculharmos nossas próprias lembranças da escola, tanto as boas quanto as más, veremos que o que fica na nossa memória não são só os conteúdos, mas marcantemente os professores. A figura do(a) professor(a) aparece, em nossas lembranças, como aquela que marcou uma predileção por determinada área do conhecimento, como alguém que nos influenciou em nossas escolhas profissionais, mesmo como alguém com quem nada aprendemos ou até como aquela pessoa com quem não gostaríamos de nos encontrar na rua. Isso nos ajuda a compreender que o(a) professor(a) exerce um papel determinante e de responsabilidade tanto pelo sucesso quanto pelo fracasso escolar de qualquer um de seus alunos. 
(...) O papel do(a) professor(a) de EJA é determinante para evitar situações de novo fracasso escolar. Um caminho seguro para diminuir esses sentimentos de insegurança é valorizar os saberes que os alunos e alunas trazem para a sala de aula. O reconhecimento da existência de uma sabedoria no sujeito, proveniente de sua experiência de vida, de sua bagagem cultural, de suas habilidades profissionais, certamente, contribui para que ele resgate uma autoimagem positiva, ampliando sua auto-estima e fortalecendo sua autoconfiança. 
O bom acolhimento e a valorização do aluno, pelo(a) professor(a) de jovens e adultos possibilitam a abertura de um canal de aprendizagem com maiores garantias de êxito, porque parte dos conhecimentos prévios dos educandos para promover conhecimentos novos, porque fomenta o encontro dos saberes da vida vivida com os saberes escolares. Fonte
Entrega do jornal: período da manhã


Entrega do jornal: período da tarde

Conheça o jornal:

Nunca deixe que nenhum limite tire de você a ambição da auto-superação. desconhecido
A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda. Confúcio
Problemas não são obstáculos, mas oportunidades ímpares de superação e evolução. Maurício Rodrigues de Morais

25/09/2012

Literatura para crianças, qual a dificuldade?

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A literatura infantil tem tido um destaque cada vez maior.
Embora seja um gênero crescente e que garanta às editoras uma boa vendagem, é um gênero que sofre constante preconceito do próprio meio literário.
Escrever para crianças parece fácil, mas não se enganem, é o público mais difícil e não é fiel. Gosta do que é bom e não de um nome específico.
Se não forem levadas pelo consumismo, ou seja, se não forem deseducadas, como crianças que são estimuladas a comprar livros com brindes, elas serão enfáticas: Gostam ou não gostam.
Aliás, já vi criança dizer para o autor que só gostou das ilustrações do livro dele.
Uma história fraca pode ganhar um toque especial com um bom contador. E se este tiver laços sentimentais com a criança, sendo pai, mãe, ou avós, melhor ainda.
Escrever para crianças não é falar de forma infantil, nem usar diminutivos.
É uma escrita que requer do autor um processo de resgate da sua infância, uma comunicação com um lado seu que muitas vezes ficou perdido, abafado pelo “mundo adulto”. É quase como virar criança novamente, a cada história.
A criança tem uma vantagem sobre os adultos, enxerga o mundo de uma forma diferenciada. Sua opinião é mais sincera, sua visão mais pura, sua imaginação é maior. A infância é regida pela fantasia.
A criança tem um aguçado senso de justiça. A vitória do bem é certa, mas as aventuras levadas com bom humor, também são bem-vindas.
Em 1978, o escritor Isaac Singer (falecido em 1991), ao receber o Prêmio Nobel de Literatura disse em seu discurso porque começou a escrever para crianças:
Senhoras e senhores: há quinhentas razões pelas quais eu comecei a escrever para crianças, mas para economizar tempo irei mencionar somente dez delas.
1) Crianças leem livros e não resenhas. Elas não dão a mínima para a crítica.
2) Crianças não leem para buscar sua identidade.
3) Elas não leem para se ver livres de culpa, para saciar sua sede de rebelião, ou para se desembaraçar da alienação.
4) Elas não vêem utilidade na psicologia.
5) Elas detestam sociologia.
6) Elas não tentam entender Kafka ou o Finnegans Wake.
7) Elas ainda creem em Deus, na família, anjos, demônios, bruxas, gnomos, lógica, claridade, pontuação, e outras coisas obsoletas.
8) Elas amam historias interessantes, não comentários, guias ou notas de rodapé.
9) Quando um livro é chato, elas bocejam descaradamente, sem qualquer vergonha ou medo da autoridade.
10) Elas não esperam que seu bem-amado escritor redima a humanidade. Jovens como são, elas sabem que isto não está sob o poder dele. Apenas adultos possuem tais ilusões infantis."
Acho que o discurso de Singer nos fornece alguns bons parâmetros do que é escrever para criança.
Um bom livro infantil não é só repleto de ilustrações. A ilustração diz sempre algo, assim como a palavra. Devem se complementar e de preferência, estarem no mesmo nível de qualidade.
Um bom livro infantil agrada também ao adulto.
E nem todo autor consagrado se sai bem na escrita para o público infantil.
Bom, dá trabalho, mas receber um sorriso de satisfação por terem, mesmo que por um breve instante, habitado a história que criamos nos dá uma alegria enorme. Afinal, esse público não mente. 
Texto publicado originalmente na edição de agosto/2011 do jornal Sobrecapa Literal 

24/09/2012

Painel: "Símbolos Africanos"

Aprendendo o Significado dos Símbolos Adinkra
Gravura de Reunião, onde se repassa o significado de cada símbolo. Cada pessoa tem seu banco específico.
Fonte
Em 19/08/12 realizamos uma postagem intitulada: "ARTE AFRICANA / ADINKRA". Nossos alunos do quinto ano, interessados pelo assunto pesquisaram a respeito e montaram esse lindo painel:


Surgiram entre os Ashanti, provavelmente no século XVII. “Adinkra” significa “adeus” porque originalmente eram utilizados para adornar o vestuário usado nas cerimônias fúnebres. Os símbolos usados na roupa dos participantes expressavam as qualidades atribuídas ao falecido. Todos os símbolos têm um nome e transmitem uma mensagem. Às vezes estão associados a provérbios. O conjunto dos “adinkra” é uma forma ideográfica de escrita. Hoje são usados por diversos meios de comunicação; objetos de decoração, camisetas, tatuagens, pintura de paredes, etc. Integrando assim o cotidiano das pessoas, que escolhem o “seu ADINKRA” e imprimem-no como, onde e como quiserem.
O primeiro chama-se “SANKOFA” e significa "volte e pegue o que importa". Quer dizer que é importante para todos voltar ao passado para aprender lições que a vida nos deu, a fim de usá-las com sabedoria no presente. Fonte
Para relembrar:

"A África não era uma página em branco antes da invasão colonial. Havia produzido conhecimentos e técnicas, além de obras de grande valor nos campos da arquitetura, escultura, música, dança, poesia e literatura oral". O Correio da Unesco Julho de 1997

23/09/2012

A importância da arte na educação

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“O homem cria, não apenas porque quer, ou gosta e 
sim porque precisa; ele só pode crescer, enquanto ser 
humano, coerentemente, ordenando, dando 
forma, criando.” 
Fayga Ostrower
Lidar com o fazer artístico hoje, consiste além de criar, também o construir um olhar crítico, perceptivo, identificando elementos estéticos e seus diversos significados. A leitura, apreciação e compreensão de contextos e conceitos se fazem prioritários ao se ensinar Artes. 
Cabe ao professor, mostrar aos alunos as diversas possibilidades que encontramos através das expressões artísticas, considerando inúmeros elementos que compõem o fazer Arte. O professor tem na Arte um grande suporte para seu trabalho educativo, através do qual se têm a possibilidade de observar tendências individuais e a partir destas, encaminhar a formação do gosto, estimular a inteligência e ajudar na formação da personalidade de seus alunos, sem se reter a preocupação com a formação de artistas. 
É necessário que o(a) professor(a) possibilite aos alunos o desenvolvimento de sua percepção, imaginação, raciocínio, controle gestual , dentre outros aspectos que ajudarão no processo de ensino aprendizagem, tornado-os seres capazes de analisar, refletir e emitir opiniões. (...)
Releitura da Obra de Romero Brito
Alunos do quinto ano
As produções:

Quanto a estes propósitos Pillar (1992, p.06) refere-se à fala de Ana Mãe Barbosa que cita que “o que a arte na escola principalmente pretende é formar o conhecedor, fruidor, decodificador da obra de arte”. 
Referências
BARBOSA, Ana Mãe. A imagem no ensino da arte. 4 ed. São Paulo: Perspectiva, 1999.
________.  "Teoria e prática da Educação Artística." São Paulo: Editora Cultrix, 1975. 
OSTROWER, Fayga. Criatividade e processos de criação. Petrópolis, Vozes, 1987.

Deficiente Afetivo

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Educador é aquele que ensina o ser a lidar com os conflitos, com o rompimento, com as frustrações, com a perda. Educa – a – dor.
Suportar a perda é a mágica para aprender a ser afetivo.
O deficiente afetivo é aquele que perdeu a crença de que valha a pena gostar de si mesmo e do outro. Ele não cuida de ninguém, não se engaja em nada, não luta por causa nenhuma, não combate nenhum mal, não tem nenhuma meta nem missão. Só uma pessoa afetiva se preocupa com o próximo, investindo sua vida numa causa ou ideal.
É saudável afetivamente aquele que sabe que pode perder e sabe fazer luto da sua dor, aquela pessoa que nunca desiste de ser CUIDADORA, de cuidar de si mesma e do outro.
Quem é afetivo cuida e oferta. Ele oferta o seu tempo, seu carinho, sua paciência, seu autocontrole, diante da teimosia de um filho, ou do descontrole de um marido ou de um patrão, de a um amigo, de um parente, de um aluno. (...) Fonte
Limites

22/09/2012

Altas Habilidades

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O quê são Pessoas com Altas Habilidades? Quais são essas Altas Habilidades? Muitas pessoas não sabem o que vem a ser essa necessidade educacional especial. Os professores acabam achando que são crianças “prontas”, que já sabem tudo ou que tem a habilidade de aprender tudo. 
A Organização Mundial de Saúde calcula que cerca de 3,5% a 5% de toda a população mundial possua alguma categoria de Alta Habilidade. É necessário que se compreenda quem são e como trata-los para que se desenvolva uma educação humanitária que tem como princípios a igualdade e o respeito.
Atualmente, não existe uma concordância entre os estudiosos sobre o que seria a superdotação ou altas habilidades. Um dos conceitos mais citados vêm de Joseph Renzulli, que criou a teoria dos três anéis. A respeito desse conceito NICOLOSO E FREITAS dizem:
"Este conceito atribui aos Portadores de Altas Habilidades um conjunto constante de características que se mantém estáveis ao longo de suas vidas. Habilidade acima da média, alta criatividade e um grande envolvimento com as tarefas, ou seja uma alta motivação. Estes grupos se entrelaçam entre si e precisa haver uma interseção destes três "anéis" para que se possa afirmar que alguém é portador de altas habilidades". (NICOLOSO E FREITAS,2002)
Renzulli define as Altas Habilidades em duas categorias distintas, a superdotação acadêmica e a produtivo criativa. A primeira é facilmente identificada pela realização de testes de QI, pois tem relação com a aprendizagem de conteúdos, principalmente com as áreas linguísticas ou lógico-matemáticas. A respeito dos alunos com Altas Habilidades que possuem nessa categoria Stobäus e Mosquera (orgs.), 2004 dizem que:
"O seu desenvolvimento tende a enfatizar a aprendizagem dedutiva, o treinamento estruturado no desenvolvimento dos processos de pensamento e a aquisição, armazenamento e recuperação das informações". (STOBÄUS E MOSQUERA, orgs. 2004, p. 239).
Já a segunda relaciona-se com a criação do ser humano e sua criatividade, sendo quase impossível medi-la pelos atuais testes de QI. Geralmente o possuidor dessa categoria de Altas Habilidades, trabalha nos problemas e áreas que têm relevância para ele. Stobäus e Mosquera (orgs.), 2004 dizem que:
"A pessoa com Altas Habilidades produtivo-criativa geralmente se destaca por ser mais questionadora; extremamente imaginativa e inventiva e dispersiva, quando a tarefa não lhe interessa, não apreciando a rotina e tendo modos originais de abordar e resolver os problemas, pelo que muitas vezes tem baixo desempenho e falta de motivação". (STOBÄUS E MOSQUERA, orgs. 2004, p. 240).
Ainda sobre a pessoa com Altas Habilidades produtivo-criativa é importante ressaltar que como dificilmente podem ser identificados pelos atuais testes de QI, acabam por não serem tratados como PAH (pessoa com Altas Habilidades), e como desenvolvem-se mais nas áreas de criação, que não é muito contemplada pelos sistemas educacionais atuais e currículos, tende a ter um baixo rendimento escolar.
Um outro estudo pode ser relacionado com a teoria de Renzulli, é o estudo de Gardner (2005) sobre os tipos de inteligência, que são: inteligência linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência espacial, inteligência musical, inteligência sinestésica, inteligência interpessoal, inteligência intrapessoal, inteligência naturalista e inteligência existencial ou espiritualista.
Segundo Gardner (2005), um indivíduo pode desempenhar bem atividades relacionadas a um tipo de inteligência e atividades de outras inteligências não, de forma que seu rendimento escolar pode ser comprometido.
Muitos estudos e pesquisas definem que o aluno com altas habilidades nem sempre pode ser identificado por obter um escore superior a 120 ou 130 nos testes tradicionais de QI.
Segundo o Ministério da Educação (2001), nas Diretrizes Nacionais para a Educação Básica, podem ser consideradas superdotadas as crianças que:
"apresentam notável desempenho e elevada potencialidade em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: capacidade intelectual geral, aptidão acadêmica específica, pensamento criador ou produtivo, capacidade de liderança, talento especial para artes e capacidade psicomotora". (MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, 2001). Fonte
No blog da escola, postamos uma indicação de filme com resenha sobre o assunto intitulada: "Altas habilidades: resenha do filme Gênio Indomável". Vale a pena conferir!

Desconecte-se e conecte-se

O mundo virtual é bom, mas não existe nele algo que substitua um beijo, um abraço, um afago, um toque, um chamego o contato com as pessoas. Temos passado muito tempo na internet e pouco tempo com outras pessoas.
Existe uma Lei Municipal  que dispõe sobre local de uso de aparelhos de telefonia celular:
Alguns pais questionam sobre essa "proibição". Em um artigo publicado no site da PUC intitulado: “Uso excessivo de smartphone ameaça o aprendizado” podemos observar as seguintes reflexões:
"Ao invadir o "material escolar", a febre dos smartphones levanta discussões sobre as consequências ao aprendizado e a melhor forma de se lidar com esses aparelhinhos incorporados à rotina da sala de aula. A psicóloga Leila Cohn, diretora do Centro de Psicologia Formativa do Brasil, alerta que o uso excessivo do celular ameaça o desempenho do aluno". (...)
Segundo a especialista, há dois tipos de risco. O primeiro remete à dispersão dentro de sala, que estimula um tipo de organização mental sustentada por um estado de alerta, atendendo (ou tentando atender) a várias demandas externas ao mesmo tempo. “Há pouca disponibilidade de estar em contato consigo mesmo e com a atividade com a qual se está lidando. Por exemplo, o conteúdo exposto pelo professor, uma prova, um trabalho”, explica Leila. As consequências se agravam com síndromes como déficit de atenção e hiperatividade, o que “prejudica o crescimento da pessoa e o desenvolvimento intelectual”. O segundo risco, ainda de acordo com a psicóloga, vem da radioatividade emitida pelo celular: (...)
Por outro lado, as novas tecnologias do gênero, aplicadas na dose certa, contribuem para a expansão do conhecimento, acredita a professora do Departamento de Educação Rosália Duarte. Assim, o smartphone (numa tradução livre, "celular inteligente", com acesso à internet e aplicativos como mensagens instantâneas, e-mail e redes sociais) possibilita ao estudante "a expressão do seu pensamento e de suas ideias em diferentes linguagens, favorecendo a construção da autonomia intelectual”. Dentro da universidade, ela apoia o uso para o acesso ao conteúdo trabalhado em aula, tarefas complementares e contato com o professor. Para Rosália, a contribuição dessa tecnologia depende diretamente do modo com que é utilizado e dos objetivos:
– Tecnologias não são mágicas. Não solucionam os problemas, elas apenas contribuem para isso, quanto usadas da maneira correta – ressalva.
Conheça abaixo a história de pessoas que não desgrudam de seus telefones celulares
Excesso pode prejudicar socialização 
(...) O indivíduo fica muito ligado com a visão, a audição e o pensamento. Fica hiperestimulado com a tecnologia e desestimulado em termos sociais. Muitas vezes esse indivíduo se torna inábil em termos de socialização. Passa a ter uma pseudoconexão muito atrativa por meio do smartphone, que pode afastá-la das suas relações físicas.
Então... Desconecte-se do mundo virtual e conecte-se com as pessoas.

A cada um a sua parte…

Ryan Hreljac nasceu no Canadá em maio de 1991, ou seja, hoje (2012) tem 21 anos. Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhes falou sobre como viviam as crianças na África.
Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, que não há poços de onde tirar água, e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas, Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares. Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. Sua mãe disse-lhe que ele deveria consegui-los e foi-lhe dando tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana. Finalmente reuniu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares. Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez. Contagiados por seu entusiasmo, todos puseram-se a trabalhar: seus irmãos, vizinhos e amigos. Entre todo o bairro conseguiram reunir 2.000 dólares trabalhando e fazendo rifas e reunindo contribuições voluntárias. Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço.
Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda. À partir daí começa a lenda. Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios. Quando o poço de Angola estava pronto, o colégio começou uma correspondência com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África. Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos de meninos e que lutava para estudar a cada dia.
Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço. Centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.
- Sabem meu nome? – Ryan perguntou a seu guia.
- Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe seu nome – ele respondeu.
Hoje em dia, Ryan – tem sua própria fundação e conseguiu levar mais de 600 poços à África. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem se empenhado em acabar com a sede na África.
Se cada um de nós fizéssemos o que está ao nosso alcance, este seria um mundo bem melhor!
Espero que o exemplo de Ryan sirva de estímulo para você fazer a diferença na vida de alguém… hoje! Fonte
Muitas pessoas sem água potável.
Tradução:
você já se perguntou...
o que seria a vida sem água potável?
você já se perguntou...
quão ruim poderia ser?
Infelizmente, sabemos que algumas pessoas poderiam dizer-lhe...
é o bastante.
Obtenção de água para as pessoas que precisam é mais.
é algo que é bom
então por que você não nos ajuda?
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Quero enfatizar com essa postagem a importância do nosso trabalho de educadores. Estou fazendo a minha parte, e você?

21/09/2012

Coisas que a vida ensina depois dos 40...

Dani
Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor.
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos, cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...
Artur da Távola

Para refletir...

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Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury
(Dez leis para ser feliz, Editora Sextante, 2003)

20/09/2012

Arte com giz de cera

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Em 07/09/12 realizamos uma postagem intitulada "Aproveitando giz de cera". Em 08/09/12 a professora da turma postou no blog da escola a mesma atividade só que com o título "Reaproveitando o giz de cera". Nesta última havia a informação "Aguardem nossa postagem de como usaremos esses peixinhos"!!! Abaixo colocamos como ficou o painel da turma depois de pronto. Realmente muito lindo!!!
Antes de qualquer coisa é necessário sabermos que Arte é uma maneira das pessoas expressarem seus sentimentos, suas emoções, de desenvolverem a sua sensibilidade, criatividade, imaginação, além de ser uma forma de comunicação, sendo essa, por palavras, desenhos, gestos, toques, etc. Sabendo disso, fica fácil compreendermos a importância de se trabalhar Artes na Educação (...) 
Segundo Coleto 2010 a arte é importante na vida da criança, pois é ela que ajudará no desenvolvimento da expressão e da criatividade do indivíduo, tornando – o mais sensível e fazendo com que ele veja o mundo com outros olhos. Coleto também afirma que é por meio do trabalho com a arte que a criatividade da criança é trabalhada e desenvolvida. (...)
De acordo com Silva 2006, por meio das artes como o cinema, teatro, música, etc. a criança pode conhecer aquilo que ela não tem oportunidade de conhecer, de viver. Além disso, as artes podem desenvolver a percepção e imaginação, a capacidade critica de analisar a realidade compreendida. A autora também afirma que a arte é capaz de desenvolver a capacidade cognitiva da criança. (...)
Referências:
COLETO, Daniela Cristina; A importância da arte para a formação da criança; Revista Conteúdo, Capivari, v.1, n.3, jan./jul. 2010. 
SILVA, Rosicleide Batista; A importância da arte na Educação Infantil; Mineiros, Faculdades integradas de Mineiros; 2006.

Campanha contra Leishmaniose continua...

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Em 07/09/12 postamos a informação sobre a "Campanha contra Leishmaniose". Como foi confirmado em Marília o primeiro caso autóctone de LVA (Leishmaniose Visceral Americana), em criança de 6 anos, moradora do bairro Santa Antonieta 2, zona norte da cidade, decidimos reiterar a campanha. A doença foi diagnosticada por meio de exame realizado pelo Complexo HC (Hospital de Clínicas) e confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz. (...)
O mosquito-palha é menor que o da dengue – com cerca de 2 mm – suas asas têm formato mais arredondado, seu voo é saltitante, é observado com frequência nas proximidades de galinheiros e criadouros de outros animais, e tem hábitos crepusculares, ou seja, alimentam-se mais intensamente do sangue de seus hospedeiros no início da noite e no início da manhã. Fonte
Painel dos alunos do terceiro ano sobre o tema: